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sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Atuando como um abutre, serve-se das mortes para tentar tirar dividendos políticos.
Sem querer ofender os vendedores de carros usados, com esta gente, a oposição tem o futuro assegurado, desde que o pessoal da geringonça evite continuar a meter a pata na poça.

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Atendendo a vários pedidos, acabo de inventar e não levo nada pela patente, nem mesmo aos eventuais plagiadores.
Trata.se de uma boa maneira de aproveitar as águas das chuvas (cada vez mais raras).
Deste modo, não será preciso chatear a Dona Cristas pata utilizar a sua influência junto do São Pedro.
Nós a pensarmos que a Dona Cristas é que tinha o exclusivo de pedir para chover...

terça-feira, 21 de novembro de 2017

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

A pilha de livros vai aumentando e ele não tem tempo de ler os últimos. Acreditamos que não é intencional

domingo, 19 de novembro de 2017

L'incontro annuale della famiglia arancione

CUIDADO COM AS ALTERNÂNCIAS



Começando por citar Otto Von Bismark: “A política é a arte do possível”
Estamos em pleno século XXI e, inserido numa Europa maioritariamente direitista, vivemos neste retângulo à beira-mar plantado, onde a Justiça e a Comunicação Social são fortemente controladas pela direita e a consciência política do eleitorado deixa muito a desejar.
Acham mesmo que algumas soluções apontadas como; acabar com as PPP, evitar que os impostos fujam para a Holanda e Luxemburgo, deixar falir os bancos, não pagar ou renegociar a dívida, são possíveis sem que haja uma revolução tipo “25 de Abril II” ?
É lindo ter ideais políticos, o difícil é pô-los em prática.
Embarquem em avalanches de reivindicações legítimas mas irrealistas no timing e façam o jeito à direita.
Terminando com outra citação de Otto Von Bismark, menos conhecida: “Há ocasiões em que devemos governar livremente e ocasiões em que devemos governar com mão de ditador. Tudo se alterna”.
Cuidado com as alternâncias.        
"O CDS-PP quer evitar “injustiças” no descongelamento de carreiras na função Pública por etapas previstas no Orçamento do Estado para 2018. Para o efeito, o partido liderado por Assunção Cristas entregou uma proposta de alteração ao OE/18 onde pretende que o artigo das valorizações remuneratórias inclua que da aplicação desta medida “não pode resultar qualquer injustiça relativa entre carreiras e estatutos remuneratórios dos trabalhadores da Administração Pública”."
A Cristas que durante 4 anos fez parte de um governo que tratou a Administração Pública abaixo de cão, vem agora reclamar contra as injustiças.
Percebe-se a ideia. À boleia das reivindicações, ela quer acelerar a abertura da caixa de pandora, tornar o orçamento inviável e provocar a queda do governo.
 

sábado, 18 de novembro de 2017

É MESMO ISTO QUE QUEREM?



É MESMO ISTO QUE QUEREM?
As intervenções de Marcelo Rebelo de Sousa, a falta de isenção da comunicação social, a atuação demagógica da direita, os desacordos dos partidos da maioria parlamentar no OE2018, as reivindicações, greves e manifestações dos sindicatos, estão a enfraquecer seriamente a Geringonça, que está presa por arames e só se mantém graças à inenarrável incompetência da oposição de direita. Este estado já se reflete nas sondagens.   
Como resultado de tudo isto, lá para Janeiro, após as eleições para a liderança do PSD, a direita, apoiada por Marcelo e pela comunicação social, vai ganhar novo fôlego e condições para que o PR, ao mais pequeno motivo, dissolva a assembleia da república.
Em nossa opinião, dessas - mais que prováveis - eleições resultarão cinco cenários possíveis:

1)- Uma maioria absoluta do PS (pouco provável)
2)- Uma maioria relativa do PS e uma eventual coligação governamental com o BE
3)- Uma maioria relativa do PS e uma nova versão da Geringonça (muito pouco provável)
4)- Uma maioria absoluta dos partidos da direita (pouco provável, mas possível)
5)- A formação de um governo do Bloco Central marcelista, como Marcelo parece desejar.
      Nota: Tanto Rio como Santana parecem ser os parceiros adequados para o efeito.
Os cenários 2 e 5 parecem ser os mais prováveis, sendo que o 5, devido à atuação de Marcelo e uma esquerda mais preocupada com os interesses partidários, se afigura com maiores hipóteses.
Se pensam que o tal bloco central marcelista irá manter a reposição de rendimentos, tirem o cavalinho da chuva e tenham juízo.
Continuem lá com manifestações e greves, como nunca se viram no tempo da troika, e depois queixem-se.

Força, derrubem o governo que logo virá um governo do bloco central marcelista que, de certeza, manterá a reposição de rendimentos.

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

O omnipresente



O populismo exacerbado de um homem com ambições políticas sem limites.
Tirou Passos Coelho do caminho, está a escolher o líder do PSD e a desgastar o governo da Geringonça. O objetivo em agenda é o tal governo do Bloco Central marcelista em que, maquiavelicamente, aposta.