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terça-feira, 31 de julho de 2012

Que se lixe o prazo da troika

Embora venha agora com aquele blablá de “que se lixem as eleições”, este primeiro-ministro, como todos os antecessores com destaque para o Cavaco, pauta os timings da governação pela agenda eleitoral.
Ele quer “esmifrar” os portugueses o mais que puder, durante dois ou três anos, para depois alargar um pouco a austeridade e dar algumas benesses no último ano antes das eleições.
Claro que para essa estratégia, o alargamento do prazo da troika, em um ou dois anos, seria fatal e não admira que o PPC fuja disso como “o diabo da cruz”.
Custe o que custar e os portugueses que se lixem.

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Um fiador azarado

Coitado do senhor Silva. Esqueceu-se que o BPN já tinha sido vendido e ficou como fiador da compra do Pavilhão Atlântico.
Agora é que as reformas não dão mesmo para as despesas e só lhe resta candidatar-se ao RSI.

Descobrir um talento

Não desistam de procurar que o homem deverá ter algum talento.

quarta-feira, 25 de julho de 2012

As diferenças

Se o Obama dissesse a mesma barbaridade caía-lhe tudo em cima e alguém pediria o seu Impeachment. Aqui uns criticam, outros acham muita graça e outros ainda aplaudem. Pela sua parte, a múmia Silva continua a meter a viola no saco e a confirmar a sua inutilidade.

Um país abrasivo

Que se lixe o interesse colectivo. lixai-vos uns aos outros.

terça-feira, 24 de julho de 2012

As famosas gorduras do estado

Desvendado o mistério das famosas gorduras do estado que o governo se propunha cortar. Mas quem é que disse que o PPC não cumpre as promessas eleitorais ?

domingo, 22 de julho de 2012

Não os deixem a falar sozinhos

Há os que falam de modo inconsequente da corrupção, porque é politicamente correcto falar contra a corrupção. Mas há também os que, para além de falar, dão a cara e tomam posições contra essa mesma corrupção, arriscando represálias que alguns destes três homens já sentiram na pele.
Até quando vamos continuar a deixá-los falar sozinhos e agir como se a corrupção tivesse cor partidária ?

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Another brick in the wall

Miguel Relvas foi escolhido por Passos Coelho com o objectivo de resolver dois dossiês difíceis; O mau aproveitamento escolar e o inquérito à Lusófona.

Crespo com excesso de zelo

Entrevista de Mário Crespo a Morais Sarmento (19/7) na SIC Noticias:
- Já pensaram em contramanifestações de apoio ao governo ?
- Chegou-se a pensar no passado, mas tivemos medo de que pudessem existir confrontos.
Pronto. O Mário Crespo desta vez passou-se por completo e, num excesso de zelo, assumiu as dores laranja.
Depois de "andar à estalada" com o Medina Carreira e de ser corrido do Expresso, tenta desesperadamente que o Balsemão não corra com ele da SIC Notícias e, para isso, encosta-se aos relvistas.

domingo, 15 de julho de 2012


Estalou a guerra na direita.

Enquanto o PPC se vê a braços com o buraco onde o seu “amigo” Relvas o meteu e se multiplicam as “insubordinações” no seu partido, o Portas, aproveitando as sondagens em alta à sua figura, resolve começar a capitalizar as “diferenças” e a por em prática o seu conhecido oportunismo, contando os votos do pessoal do privado versus função pública.
O maquiavélico Paulinho esqueceu temporariamente os “nichos” dos reformados, ex-combatentes, feirantes e peixeiras.
 Agora, o que está a dar são os trabalhadores do privado, vítimas do “desalmado” Tribunal Constitucional. Utiliza então uma tática curiosa; enquanto manda o seu líder parlamentar desancar o acórdão do TC,  aparece, no papel de “homem de estado”, a criticar as declarações do PPC contra o presidente daquele tribunal e a declarar-se institucionalista (que grande lata).
Pela sua parte, o PPC tenta um contra-ataque mal atamancado, ao lançar a escada ao Seguro e acenando com a participação no orçamento e nas reuniões com a troika.
Aos olhos dos comentadores mais atentos, isto poderá parecer uma ameaça de bloco central para pôr o CDS em sentido.
Entretanto, alheio a estas tricas e politiquices, o país continua a afundar-se com os portugueses impávidos e serenos.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

A fuga dos neurónios


Cumprindo uma rotina diária, Relvas levantou-se esta manhã, dirigiu-se ao espelho e deu uma sonora gargalhada. Tem um grande sentido de humor e sempre gostou de uma boa anedota.
Continuando o seu ritual, pegou numa escova e tentava pentear o cabelo quando teve uma surpresa muito desagradável.
Na escova, um pequeno grupo de neurónios tentava fugir desordenada e desesperadamente.
- Alto aí, pessoal. Então nesta hora crítica é que vocês me querem abandonar ?
- Desculpe lá, doutorzinho. Mas já somos tão poucos que quando ouvimos falar em procura do
  conhecimento permanente
, ficámos tão assustados que a nossa ideia foi logo dar à sola. 

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Inspiração por absorção

Que fino humor, que sentido de estado. O PPC, sempre pronto a fazer rir os portugueses, resolveu recuperar a velha piada mal cheirosa. Esta piadola faz-nos imaginar vê-lo ir ao WC, inspirar-se e dirigir-se à ventoinha para falar ao País. Seria a chamada inspiração por absorção.

Com créditos mas sem credibilidade

O que hoje é mentira, amanhã será certamente também mentira. O Passos Coelho afinal o que pões na ventoinha são aldrabices.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Um país de profundos contrastes

Corrupção, economia paralela, tachos para os amigos, PPPs, Institutos, Fundações, benefícios à banca, desemprego galopante, recessão económica, aumento da dívida externa, aumento da desigualdade social e humilhante dependência económica e política do estrangeiro.  

terça-feira, 10 de julho de 2012

Tantos créditos para um homem sem crédito

Empresas onde esteve uns meses, gestão de rancho folclórico (no wonder), quatro exames e pronto aí está uma licenciatura em ritmo acelerado.
Depois das aldrabices das secretas e da manipulação da ERC, o Relvas continua na senda das trafulhices.
a privatização da RTP segue dentro de momentos.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Sai paté de coelho

O emigrante mais desejado deste país correria sérios riscos de rejeição nipónica. 

Portugal. Que futuro?


  • Um presidente irrelevante que não é capaz de fazer cumprir a constituição e se deixa envolver em jogos partidários, beneficiando os da sua cor.
  • Um governo afogado em casos, mentiras e promessas não cumpridas, sem rigor, fraco para os fortes, insensível para os fracos. Utilizando até à paranóia a desresponsabilização e o passar de culpas para os governos anteriores. Alheio à corrupção mais descarada e sempre pronto a colocar os amigos em lugares de vencimentos milionários. 
  • Uma oposição inofensiva e incapaz de se unir, muitas vezes privilegiando os interesses partidários em detrimento dos interesses dos portugueses.
  • Um povo anestesiado, paralisado, mole, comodista e incapaz de reagir na defesa dos seus interesses. Acreditando em todos os vendilhões da política e em qualquer dirigente desportivo feito xico-esperto.
    Votando por "clubismo" e não pelos seus interesses e do colectivo.

sábado, 7 de julho de 2012

O desespero do Relvas

Afogado em casos e acossado por todos os lados, o Relvas (mais a Lusófona) entraram na reacção habitual das figuras públicas a estes casos; a ameaça de processos contra os órgãos de informação.
Depois de, durante todos estes dias, ter fugido (tal como a Lusófona) a comentar o caso da Licenciatura abreviada, vem a tentativa inútil da ameaça. Como se o Expresso tivesse medo disso.

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Suspensões alaranjadas

A Manelinha tinha um sonho que o PPC começou a cumprir. Enquanto o Relvas condiciona a comunicação o PPC consegue condicionar o Tribunal Constitucional.
E para 2013 já tem álibi para sacar os subsídios a toda a gente. Se deixarmos.


Bagunça Laranja ou talvez não

Primeiro vem o Frasquilho, o habitual porta-voz das más notícias, opinar que a Troika devia dar mais dois anos a Portugal. Logo a seguir vem, célere, o PPC dizer que não senhor, que não vai pedir nenhum alargamento à Troika. Ainda logo a seguir, vem o Frasquilho dizer quer era a título pessoal..bla...bla.
Das duas uma, ou se trata da bagunça mais desordenada e desorientada da família laranja ou de uma acção concertada, género policia mau e polícia bom. Apostamos na segunda hipótese.
Vendo bem, os discursos até encaixam; um diz que a troika devia dar, ou outro diz que não vai pedir.
Quer isto dizer que o governo, provavelmente, gostaria do alargamento mas não o vai pedir para não perder a face e espera, ardentemente, que a troika ouça as vozes e tome a iniciativa.
Entretanto, alheios a este "joguinhos" políticos, os portugueses vão assistindo ao agravar da situação do país.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Relvas substitui Vasco Santana

Muita gente certamente se lembra desta cena do filme Canção de Lisboa. O Vasco Santana no papel do cábula que tentava ludibriar as tias da província.
Muitos anos passados, temos o Relvas a enfiar o barrete a todos os (poucos) que ainda acreditam nele. incluindo a ERC e o Carlos Magno.



A grande pirueta


Afinal, aí temos a grande pirueta. Miguel Frasquilho, vice-presidente do PSD, vem agora dizer que a “Troika devia dar mais dois anos a Portugal”.
Depois de o Seguro andar há meses a dizer que devíamos pedir mais um ano de prazo e a ser criticado pelo governo e os seus apoiantes, o PSD resolve mandar o seu Dirty Harry preparar o terreno e ultrapassar o Seguro em termos de alargamento do prazo.
É o total desnorte do governo que, assim, se cobre de ridículo.

O acelerado

Para correr tanto, o homem, durante a sua juventude, deve ter treinado muito a fugir à policia. 

quarta-feira, 4 de julho de 2012


Popularidade, a quanto obrigas

(In DN 4/7/2012)

Dezenas de pessoas concentraram-se hoje em frente à Bosch, em Braga, para vaiar o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, mas a comitiva governamental acabou por não se cruzar com os manifestantes, ao entrar por uma outra porta.
Com o aumento da "popularidade", o governo vê-se na necessidade de reformular o parque automóvel, no sentido de o adequar aos requisitos de segurança.

terça-feira, 3 de julho de 2012

Genialidades

(In Público 3/7/2012)
O ministro-adjunto e dos Assuntos Parlamentares Miguel Relvas fez, em apenas um ano, uma licenciatura que tem um plano de estudos de 36 cadeiras, distribuídas por três anos. Relvas requereu a admissão à Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias (Lisboa) em Setembro de 2006. E concluiu a licenciatura em Ciência Política e Relações Internacionais em Outubro de 2007.
O currículo profissional do Dr.(?) Relvas até pode ser excepcional, embora não seja conhecido do comum dos portugueses, a licenciatura ser legal e até, sabe-se, lá merecida.
O que é profundamente imoral é o PPC ter insultado as pessoas que frequentaram as Novas Oportunidades em tempo de campanha eleitoral, brandindo o argumento do facilitismo, quando o seu número 2 conseguiu o canudo desta maneira.
Somos daqueles que, à semelhança do canudo do Sócrates, gostaríamos que este caso fosse bem esclarecido. 

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Saco de gatos

O PSD sempre foi um saco de gatos em que as suas facções se digladiam, pelo poder, pelos tachos, ou por ambos.
Desde um conhecido comentador que dizia que se tinha que remover o líder "nem que fosse à bomba" (acreditamos todos que falava em sentido figurado), até outras cenas "brilhantes", em que os interesses pessoais ficavam para trás dos interesses do partido e até do país.
No caso presente, a discussão roça o ridículo, com o presidente da câmara (PSD) do Porto, a afirmar que existe uma guerra no governo, por causa de interesses pessoais.

domingo, 1 de julho de 2012



Um flop colossal


O desvio do défice para 7,9% no primeiro trimestre de 2012 é, no mínimo, preocupante. Constata-se que estes iluminados e supercompetentes, que apregoavam um grande rigor nas contas públicas, afinal, são um flop colossal.
Austeridade, contração económica, desemprego, cortes no acesso à saúde, roubo de subsídios, miséria e depois… isto.