segunda-feira, 4 de maio de 2015

TIRO AO PÉ E AO COSTA



A maioria que nos desgoverna resolveu dedicar-se ao tiro, nas disciplinas de “tiro ao pé” e “tiro ao Costa”.
O elogio do Bugs Bunny ao Dias Loureiro parece-nos das coisas mais estúpidas que um primeiro-ministro poderia fazer, mesmo tratando-se do Passos Coelho.
A continuar assim, temos boas hipóteses de vir a obter medalhas na modalidade do tiro durante as próximas olimpíadas do Rio de Janeiro.

O TEMPO DE ANTENA NA TVI

Paulatinamente,o comentador/candidato vai eliminando os outros putativos candidatos da direita, enquanto faz a folha aos da esquerda. Tudo perante o olhar embevecido do contraditório-faz-de.conta daquele rapaz da TVI.

sábado, 2 de maio de 2015

BRANQUEAMENTO

O branqueamento

ALÉM DA TROIKA

MUITO PARA ALÉM DA TROIKA (2011)

Passos Coelho apresentou as linhas mestras do programa eleitoral do PSD num hotel em Lisboa.
O líder do PSD disse que não se trata de "um programa cor-de-rosa construído na estratosfera", adiantando que "traz medidas duras". E deixou várias críticas ao Governo na introdução do programa eleitoral: "Portugal está hoje com a maior dívida pública de que há memória". Passos Coelho referiu ainda que "o país tem um nível de desemprego que ameaça a coesão e a justiça social". Para o líder do PSD, é necessário colocar a economia portuguesa "a crescer".
Passos Coelho referiu que o programa do PSD está apoiado em dois alicerces: "Dar uma resposta quer à necessidade de garantir a coesão social, bem como corrigir as contas públicas, com um plano virado para a poupança e para a redução das despesas do Estado". "Queremos pôr Portugal a crescer, a criar riqueza e emprego", acrescentou.
Prometendo "respeitar" o programa de ajuda externa, deixou um aviso: "Este programa está muito além do memorando" da 'troika',

O Ministro Bejecas não consegue desatar o nó da TAP,  mas vai clamando vitória

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Descubra as diferenças

A TEORIA DO MARCO ANTÓNIO



A atual maioria anda desorientada com a forte possibilidade de perder as próximas eleições.
Acontece que se, por hipótese académica, ganhasse por 1 ou 2%, a coligação nunca conseguiria governar com uma votação na casa dos 30%.
Felizmente que nas suas fileiras têm a inteligência do grande Marco António que, num golpe de génio, resolveu o problema.
A coisa funciona assim:
Normalmente, os partidos disponibilizam os seus programas eleitorais e os cidadãos escolhem (bem ou mal) entre eles, o partido que os irá governar.
A ideia do Marco António consiste em que esses partidos submetam previamente os seus programas ao Parlamento que, por acaso, é constituído por uma maioria afeta à coligação que nos desgoverna.
Resumindo, a maioria vai decidir, em causa própria, qual o programa eleitoral no qual os “cidadões” serão aconselhados a votar. Sim porque os tais “cidadões” não percebem peva de economia e têm que ser devidamente informados… pela maioria, como é óbvio.
Só mesmo um crânio como o Marco António para idealizar este esquema, que permitiria eternizar a laranja no poder e tornar as eleições desnecessárias.
Já sabemos que há um problema de listas de espera, mas não haverá alguém que marque uma consulta externa de psiquiatria para o Marquinho.