sexta-feira, 6 de abril de 2018

A CONFERÊNCIA DE BAIXO NÍVEL


A CONFERÊNCIA DE BAIXO NÍVEL
Algures no centro da Europa, onde se bebe uma cerveja porreira, a acompanhar as batatas fritas, e se compram rendas e bombons para levar à sogra. Tudo isso acompanhado de um salário principesco pago pelos contribuintes europeus.
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Chairman:  “Meus senhores está aberta a sessão, mas despachem-se que são quase horas do almoço”
Juncker: “A propósito de almoço, já alguém escolheu o vinho?”
Chairman: “Sempre a pensar nos copos”
A. Costa: “Jean-Claude, visita-nos em Portugal que temos lá um tinto que é cá uma pomada…”
Juncker: “Ó Tó, até te baixava o défice para 0,5%”
A. Costa: “Fechado. Já que estou no uso da palavra, gostava de pedir ao Mariano para nos devolver Olivença. Dava-me muito jeito para as legislativas de 2019”
Raroy: “Ó Tó, tira o cavalinho da chuva que já fizemos lá um referendo e os habitantes querem continuar a ser espanhóis”
Puigdemont: “Como é? Ó Mariano explica lá porque é que fazes referendos em Olivença e proíbes referendos na Catalunha”
Raroy: “Ó Puigas, cala a boca senão lixas-te. Então agora queres comparar Espanha com Portugal?”
A. Costa: “Olha-me este. Tomaram vocês serem como nós.”
Raroy: “Porquê?”
A. Costa: “Temos os melhores jogadores do mundo de futebol e futsal. Temos o secretário-geral da ONU. Temos o presidente do Eurogrupo. Temos o ex-presidente da Comissão Europeia e quase dono da Golden Sachs. E vocês o que é que têm? Nada”
Raroy:  “Quanto aos melhores do mundo de futebol e futsal, não temos mas comprámos.
Ao Guterres oferecemos o lugar do Filipe VI, que está a precisar de férias. O Barroso nem de borla”
A. Costa: “Do Centeno nem falas e não levas nada porque é a nossa joia da coroa”. Em vez do Guterres, podes levar o Marcelo que pode fazer muitas selfies em Espanha”.
Puigdemont: “Ó Mariano et deixa en converses i autoritza el referèndum a Catalunya”
Raroy: “Fala castelhano ou meto-te na pildra”
Merkel: “Ó Mariano, bate a bola baixa que eu já disse que o Puigas não vai preso. Esqueces-te que eu sou a dona da Europa?”
Raroy: “Desculpa Tó, mas como bom negociador, pede à Theresa para nos devolver Gibraltar e talvez tenhas hipóteses com Olivença”
T. May: “Ó Mariano, de Gibraltar, nem os macaquinhos levas. Também fizemos um referendo e o pessoal quer continuar no Reino Unido. Ó pá, não me chateies que já me chega o Brexit”
Juncker: “Ó Theresa, é o  Brexit e os russos, porque o Putin dá-te cabo da cabeça. Entra lá com a massa que nos tens que pagar e dá à sola”.
T. May: “Os russos chateiam porque estes ranhosos dos portugueses não nos apoiam. Mas eu já falei com o Rui River para meter o Tó na ordem”
A.Costa: “Ó Theresa deves andar nos copos com o Jean-Claude. Paga lá o que deves à UE e Brexit daqui para fora. Inventaste essa do envenenamento dos russos, não consegues provar nada e andas a pedir apoio dos europeus para desviar as atenções. Quanto ao Rui River, tomara ele que o próprio partido não o meta na ordem a ele e não a nós”.
Cristas: “Ó pá, porque é que eu não fui convidada para vir falar?”
Chairman: “Ó rapariga, tens uma votação igual à margem de erro e querias ter voto na matéria? Vai lá vender o teu peixe e deixa-nos em paz”
Juncker: “Já escolheram o vinho ou não? Ninguém me liga”
Chairman: “Já está escolhido, vamos lá acabar esta conversa da treta e toca a almoçar”
Deputado europeu: “ O que uma pessoa sofre para receber o miserável salário de deputado europeu” 

                                                                                                                                Fernando Roque  
      

quinta-feira, 5 de abril de 2018

Nós a pensarmos que eles iam à cerimónia da assinatura da devolução de Olivença, para restaurar a unidade nacional de Portugal e afinal vão apenas decidir se devem ou não meter o catalão Puigdemont na "pildra" para salvar a "unidade nacional" de Espanha e a "nova democracia europeia do século XXI" que os castelhanos inventaram.  

quarta-feira, 4 de abril de 2018

No primeiro caso, tratou-se de uma mentira que justificou a invasão do Iraque, a morte de milhares de seres humanos e o assassinato de um líder político. A série televisiva americana Homeland descreve, de forma romanceada, este tipo de actuações da CIA. Parece que o valor do petróleo fala mais alto.
No segundo caso, depois da bronca da provável batota na vitória do referendo do Brexit e das consequência no eventual desmoronamento da economia do Reino Unido, havia que lançar uma cortina de fumo para esconder o previsível fracasso do "separatismo" de Theresa May. Putin não será homem por quem se ponha as mãos no fogo, mas esta encenação ridícula de expulsões retribuídas de diplomatas, como treino para uma segunda versão da guerra fria, só mostra a actual impreparação e imaturidade dos políticos europeus. Não seria melhor investigar, provar e depois acusar? 

terça-feira, 3 de abril de 2018

quinta-feira, 15 de março de 2018

Primeiro, Cristas tentou lançar a cantora Ágata nas lides autárquicas e falhou rotundamente, agora,tenta lançar  Nádia Piazza, a líder da Associação de apoio às Vítimas de Pedrogão Grande na política.
Pelo seu comportamento, Piazza aparenta possuir a hipocrisia necessária para se aproveitar do drama humano das vítimas como capital político de apoio ao CDS.
Há defeitos que dão muito jeito para ter êxito na carreira política. Veremos- 

quarta-feira, 14 de março de 2018

Pois, de facto o Professor Passos Coelho, durante o seu "reinado" não teve muitas greves.

terça-feira, 13 de março de 2018

A Dona Assunção tem a ambição desmedida de vir a ocupar o lugar do «Ghandi de Lisboa», como chamam a Costa os jornais indianos.
Um bronzeamento intensivo, uns óculos graduados e os cabelos pintados de branco talvez ajudem, mas os neurónios é que não ajudam muito.

sábado, 10 de março de 2018

A Dona Assunção, desbocada e habituada aqueles tiques de má educação que a caracteriza, resolveu desta vez, por não ter o primeiro-ministro por perto, ser desagradável para com o seu único provável parceiro de uma eventual coligação de direita, que até lhe deu a honra de comparecer pessoalmente no seu congresso.
Aproveitando-se de a actual fragilidade do PSD e do seu líder, vai de por-se em bicos de pés e, contra tudo o que são sondagens,  manifestar os seus desejos irrealistas de vir a ser primeira-ministra num futuro governo... depois de "correr com o Costa".
Está a esquecer-se de um pormenor (ou pormaior) importante chamado Paulo Portas, que apenas espera que passe o efeito submarinos para lhe fazer o mesmo que fez ao Ribeiro e Castro: Correr com ela e reassumir o seu antigo cargo, se lhe cheirar a poder.   

quinta-feira, 8 de março de 2018

(17 de Março de 2012)
A Lusoponte, presidida pelo ex-ministro das Obras Públicas do PSD, Ferreira do Amaral, durante o reinado de Cavaco Silva, já obteve, até à data, o dobro do valor investido na construção da ponte Vasco da Gama. Até ao final da concessão, em 2030, esta parceria público privada tornar-se-á ainda mais lucrativa para a Lusoponte.

Em dezassete anos, o Estado português pagou a esta empresa 364 milhões de euros em indemnizações, ao que a Lusoponte somou os 746 milhões de euros arrecadados mediante a cobrança de portagens nas duas pontes. O valor despendido pela empresa na construção da ponte Vasco da Gama não ultrapassou, contudo, os 578 milhões de euros.

A Lusoponte é a concessionária das travessias rodoviárias da ponte Vasco da Gama e da ponte 25 de Abril em Lisboa. Tem ainda o exclusivo para a construção e exploração de uma terceira travessia rodoviária no rio Tejo, entre a foz do rio e Vila Franca de Xira.

Resumindo, o Presidente do Conselho de Administração é o Eng.º Joaquim Ferreira do Amaral, que foi ministro das obras públicas de Cavaco, assinou este contrato ruinoso com a Lusoponte e depois tornou-se presidente da mesma.

Agora, são os nossos impostos que têm de pagar a reparação da ponte?

E ninguém vai preso?



Os Catedráticos de Aviário



O Pedro, depois de tanto ter criticado as novas oportunidades, lá arranjou a sua própria oportunidade e, com as cunhas dos amigos do seu Banco de Favores, foi nomeado professor catedrático de aviário e vai lecionar a cadeira de “Fuga aos impostos” na nova Universidade Tecnofórmica que utiliza abundantes apoios comunitários.
O Miguel, que entretanto averbou mais 250 créditos, acompanha o Pedro na sua nova carreira de docente universitário na Tecnofórmica, utilizando o seu Banco de Favores pessoal que capitalizou durante o exercício das suas funções de ministro, fazendo favores a tudo quanto era amigo. Terá a seu cargo as cadeiras de “Procura do conhecimento permanente” e “Créditos no ensino moderno”.

terça-feira, 6 de março de 2018

(Wikipédia)
Professor catedrático é a categoria de topo da carreira docente nas instituições de ensino superior universitárias portuguesas.
Os professores catedráticos são recrutados exclusivamente por concurso documental de carácter internacional e aberto para uma área ou áreas disciplinares, especificadas no aviso de abertura.
Ao concurso para recrutamento de professores catedráticos podem candidatar-se os titulares do grau de doutor há mais de cinco anos igualmente detentores do título de agregado.

Pois, mas começar pelo topo só está ao alcance de génios