quinta-feira, 14 de setembro de 2017



Tem vindo a acontecer sistematicamente, ao longo dos últimos anos e na reta final das campanhas eleitorais.
Alguém, por iniciativa própria ou a mando de outrem, envia uma carta à Procuradoria Geral da República, denunciando anonimamente determinado caso que poderá ser imputado a um político, quase sempre de determinada cor.
Ato imediato, a informação é passada a um grupo de Órgãos da Comunicação Social (OCS).
Alguns destes OCS encarregam-se de “trabalhar” a notícia e difundi-la, repetida e exaustivamente.
Algum tempo depois, a PGR aparece a anunciar que está a investigar o caso.
Pronto, o referido caso até poderá acabar por ser arquivado, mas a pessoa em causa fica “manchada” para sempre.
O segredo de justiça é uma treta.
Pedir responsabilidades a quem?
Trata-se de uma denuncia cobardemente anónima. 

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