sábado, 9 de setembro de 2017



Pronto, aqui fica a sugestão para a UEFA. Pode ser que assim o VAR satisfaça as cores clubísticas daqueles presidentes que, com orçamentos muitíssimo maiores que os clubes chamados pequenos, não conseguem ganhar ou ganham com grande aflição, recorrendo mesmo, por vezes, à terceira parte.
Dantes, o bode expiatório era uma equipa de arbitragem de quatro elementos. Com o aumento da “verdade” desportiva proporcionado pelo VAR, reforçámos o tal bode expiatório.
Se, mesmo assim não chegar, podemos ainda recorrer a níveis superiores de VAR.
Ao aumentarmos a componente humana (subjetiva) estamos a reduzir a confiabilidade do sistema, mas os génios lá sabem.

Acreditamos numa verdade desportiva que inclua a componente tecnológica que possa, por exemplo, colocar chips eletrónicos nas botas dos jogadores e na bola (não é ficção científica e é perfeitamente exequível).

Resumindo, tudo o que aumente a componente subjetiva reduz a confiabilidade e tudo o que aumente a componente objetiva (novas tecnologias), aumenta a tal confiabilidade.

Haverá sempre alguém disposto a dizer que a culpa é do computador e a dar como exemplo o HAL do “2001 Odisseia no espaço”. Aqueles amontoados de circuitos integrados, já estão habituados.  

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