sábado, 23 de setembro de 2017

PAPEL PARA EMBRULHAR CASTANHAS
A ser verdade a revelação do Expresso –o que é cada vez menos provável-, as ditas secretas “disponibilizaram” um relatório, que A. Costa diz desconhecer em absoluto, arrasador para o ministro e as chefias militares –segundo o Expresso-. 
O relatório aponta dez cenários para a execução do assalto, ainda que apenas três sejam considerados "muito prováveis": tráfico de armamento para África, nomeadamente Guiné-Bissau e Cabo Verde, assalto promovido por mercenários portugueses contratados e ainda por grupos de jihadistas.
Tantos cenários indiciam um trabalho “rigoroso” e “útil” porque nos dá a possibilidade de escolher um desses cenários, de acordo com as nossas preferências.
Também a avaliação do ministro é muito útil a quem o quer demitir e essa deve ser mesmo a função das secretas de qualquer país civilizado.
Agora, levanta-se um problema; Umas secretas, que tratam assim a sua documentação dita secreta, também são incompetentes e atuam com uma ligeireza que terá que ser alvo de investigação.
Mas investigadas por quem? Por quem investiga os Panamá Papers?
Está a chegar a época das castanhas e o Expresso vai ter a possibilidade de mostrar a sua utilidade.

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