sábado, 2 de dezembro de 2017

Sobre a nudez crua da Tecnoforma



Em Lisboa, quem está na Praça Luís de Camões e começa a descer a Rua do Alecrim, em direção ao Cais do Sodré, na primeira esquina à direita, encontra o Largo Barão de Quintela.
É neste pequeno largo que se encontra, quase escondida, uma Estátua de Eça de Queiroz com a frase «Sobre a nudez crua da verdade, o manto diáfano da fantasia», retirada do livro “A Relíquia”, que inspirou Teixeira Lopes na conceção da referida estátua.
Eça, o maior escritor português, que sempre odiou e escarneceu a classe política, foi assim “escondido” num obscuro largo, talvez por vingança dessa mesma classe política.
É essa mesma estátua, com outras “personagens”, que nos serve para ilustrar o escândalo da Tecnoforma que, a Comunicação Social e algumas personalidades políticas teimam em esconder.     

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