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quarta-feira, 10 de setembro de 2014



Como já me vai faltando a pachorra para assistir a estes debates eleitorais (?), limitei-me a visionar partes de uma gravação da “peixeirada” entre o Tozé e o Costa (foi o máximo que aguentei).
Por momentos senti-me transportado no tempo àquelas zaragatas entre a peixeira lisboeta e a sua cliente, por causa do preço do carapau:
- Ó sua gosma, sua pelintra, sua chupista, não queria mais nada. Se calhar queria o carapau de borla. Vá pedir dinheiro lá ao vizinho que é seu amante…bla…bla…bla (versão soft).
Infelizmente para o Tozé, a eleição (que ele inventou) é suposta ser para candidato a primeiro-ministro e não para vendedora de peixe, embora um primeiro-ministro também tenha que “vender o seu peixe”, mas em sentido figurado.
O que me intriga é o contraste chocante do Tozé a “piar fininho” nos debates na Assembleia da República contra o seu amigo Coelho e a peixeirada de baixo nível que usou contra um companheiro de partido.
Pela reação dos comentadores da direita, não custa perceber a quem é que a dita peixeirada agradou.

segunda-feira, 27 de agosto de 2012


Para além da peixeirada


Este modelo televisivo, que junta um “representante” de cada um dos três “grandes”, até pode dar algum ganho em termos de audiências televisivas por partes das faixas de telespectadores mais incondicionais, facciosos, fanáticos ou mesmo fundamentalistas.
O futebol é que parece não ganhar nada com o espetáculo proporcionado.
De todos os, dispensáveis, programas deste tipo destaca-se, pela negativa, o “ Dia seguinte” da SIC Notícias.
Àquele momento televisivo, só não lhe chamaríamos “peixeirada”, porque as peixeiras nos merecem mais respeito que os emproados e arrogantes senhores.
A técnica utilizada é vomitar ódio e intolerância, falando o mais alto possível para não deixar que outros sejam ouvidos.
Eles querem lá saber dos problemas do futebol. O que lhes interessa é apenas atacar, de modo inflamado e histérico, os seus opositores.
Sugiro que a SIC Notícias insira na imagem emitida um decibelímetro. Ficaríamos assim a saber o nível sonoro produzido por cada interveniente e, consequentemente, quem estaria a “ganhar” o debate (?).